segunda-feira, 23 de julho de 2012

domingo, 8 de julho de 2012

Alerta para as Corredoras

Corredoras sofrem mais com dores nas costasdor nas costas


http://www.jornalcorrida.com.br/runbrasil/wp-content/uploads/2012/05/dor-nas-costas.jpgESTUDO DO SPINE CENTER, do Hospital do Coração, com corredores de rua, divulgado nesta semana, revela que as mulheres corredoras são as que mais sofrem com as dores nas costas.
A pesquisa, que avaliou 240 participantes de corridas de rua, sendo 123 mulheres e 117 homens, revelou que as dores nas costas afetam 49,5% das mulheres contra 39,3% dos homens. “A corrida é um esporte de impacto e se não praticado adequadamente pode agravar os problemas na coluna. Entre os participantes do estudo, as dores lombares estão presentes em mais de 70% dos casos, seguidas das dores cervicais, que atingem 30% dos corredores, independente do sexo”, diz o fisiatra João Amadera.
A idade é outro fator que influi na dor entre os atletas. Corredores com idade acima de 30 anos e corredoras com mais de 40 anos tem o risco aumentado em quase duas vezes de sofrerem dores crônicas na coluna. O sobrepeso, situação que já atinge quase 50% da população brasileira, mostrou ser um importante fator de risco para as mulheres desenvolverem dores crônicas na coluna. “Entre as mulheres que estão acima do peso há um risco 50% maior de desenvolverem o problema, enquanto os homens nessa mesma situação não são afetados”, diz o especialista.
Os resultados revelam ainda que o risco de desenvolver dores na coluna dobra em ambos os sexos após o primeiro ano de treino regulares. “Isso é um indício que o tempo de prática da modalidade pode ser um fator de risco para a dor na coluna. Isso ocorre por diversos fatores, como despreparo físico, má postura, falta dos fundamentos adequados ao correr e por não darem tempo suficiente de descanso para a regeneração de microlesões causadas nos treinos”, destaca Daniel Pimentel, também fisiatra da equipe de pesquisadores.
Homens que correm mais de 20km por semana apresentaram menor incidência de dor nas costas do que os que treinam abaixo desta quilometragem. “Acima dos 20km por semana a estrutura física precisa de maior preparo, o que se torna um fator de proteção para problemas na coluna, mas os riscos de dores nas costas independe do número de treinos semanais”, diz Pimentel.
Nas corredoras, as que praticavam mais de três vezes na semana, tinham maior risco de apresentar dores na coluna. A média da intensidade da dor, numa escala de 0 a 10, foi de 3,2 em homens e 4,2 em mulheres, sendo considerada de moderada intensidade. “Isso demonstra que, mesmo sentindo dores, alguns até com dores severas de 9,8 na escala, muitos atletas permanecem forçando suas colunas, o que pode agravar suas lesões”, alerta Pimentel.

- da Redação
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FONTE: http://www.jornalcorrida.com.br/runbrasil/?p=2830

sexta-feira, 29 de junho de 2012

PISTA DE ATLETISMO EM BH-MG-UFMG


Pista de atletismo de alto rendimento é inaugurada em Belo Horizonte

Local faz parte do Centro de Treinamento Esportivo da UFMG

Por Valeska Silva Belo Horizonte
1 comentário
Pista de atletismo da UFMG (Foto: Valeska Silva / Globoesporte.com) 
Pista de atletismo da UFMG, inaugurada nesta
quinta (Fotos: Valeska Silva / Globoesporte.com)
Foi inaugurada nesta quinta-feira a pista de atletismo do Centro de Treinamento Esportivo da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Financiada com recursos do Ministério do Esporte e do governo de Minas Gerais, a pista tem revestimento similar ao que será utilizado nos Jogos Olímpicos de Londres.
A superfície é sintética e conta com oito raias de competição, uma adicional para treinamento e uma pista inclinada para aperfeiçoamento dos atletas. O equipamento poderá ser utilizado em campeonatos mundiais de atletismo. A pista é a primeira etapa concluída do Centro de Treinamento Esportivo da UFMG, onde está sendo construído um parque aquático.
Alexandre Minardi, técnico de atletismo do Cruzeiro (Foto: Valeska Silva / Globoesporte.com) 
Alexandre Minardi, técnico de atletismo do Cruzeiro
O centro poderá ser utilizado por equipes, seleções, federações e entidades esportivas para o treinamento de atletas e formação de técnicos, além de receber importantes eventos.
Os primeiros treinamentos na nova pista devem acontecer somente em agosto. Ainda não há competição oficial marcada para o local. O governador de Minas Gerais, Antônio Anastasia, destacou a importância da pista, que conta com uma raia adicional para treinamento e uma pista inclinada para aperfeiçoamento dos competidores.
- Será fundamental para nossos atletas se qualificarem bem e obterem bons resultados.
O técnico de atletismo do Cruzeiro, Alexandre Minardi, era um dos mais animados durante a inauguração. E já sonhava em ver os atletas por ele comandados treinando na pista.
- Belo Horizonte e Minas Gerais estão de parabéns. Não tenho palavras para descrever a emoção de ter um local como este para os atletas treinarem. A pista não perde nada para Pequim (local das últimas Olimpíadas) e Londres (onde serão realizados os próximos jogos olímpicos). Tenho certeza de que os atletas que saíram daqui para treinar em outros estados vão voltar para cá.
Edson Luciano, ex-atleta (Foto: Valeska Silva / Globoesporte.com) 
Edson Luciano, ex-medalhista olímpico
A pista também ganhou elogios de quem já competiu e ganhou medalhas no atletismo. O paranaense Edson Luciano, ex-atleta e medalhista olímpico em 1996 e 2000, gostou do que viu.
- Esse piso emborrachado é nível A, o melhor que tem. Espero que motive outros governantes a copiar o que Minas fez. E que motive ainda mais os atletas, que vão gostar muito de treinar num local como este.

FONTE: http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=7712612737529774270#editor/target=post;postID=944586915606021423

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Adriana Luz a revelação mineira

A atleta Adriana Cristina Silva da Luz está sendo considerada a grande revelação do atletismo mineiro. Com apenas 19 anos de idade a maranhense teve dois ótimos resultados no primeiro semestre de 2012, venceu a Golden Four ( etapa Belo Horizonte) e a Meia Maratona de Belo Horizonte, ambas, competições de 21,1km. 
Como o atletismo surgiu em sua vida e há quanto tempo você o pratica?
Comecei a participar de corridas de rua em 2007, mas não treinava, somente ia nas corridas. Na época tinha 14 anos e nem imaginava como o atletismo poderia ser a minha vida no futuro. Vim do Maranhão em dezembro de 2004. Minha mãe treinava com o meu treinador, o Heleno Fortes, foi quando ele me viu um dia correndo e me perguntou se eu tinha interesse em realmente treinar e mudar de vida. Ele falou que o caminho não seria fácil, que eu deveria ver se era isso mesmo que eu queria. Eu aceitei o desafio e comecei a treinar em Setembro de 2008.
Conte como é sua preparação física para garantir uma boa prova?
Hoje treino uma média de 120km à 130km por semana. Nas terças-feiras faço um treino de limiar, que é um treino contínuo intenso que normalmente varia de 8km até 14km, depende da fase de treinamento que eu estou. Nas quintas-feiras são os treinos de intensidade mais alta, como os intervalados ou fartlek. Normalmente são tiros de 400m, 1000m, 2000m até 3000m, também depende da fase em que estamos. Aos sábados, quando não tem competição no domingo, são os treinos longos, que variam de 21km à 24km. Nos demais dias são treinos de rodagem (corrida fácil) que variam de 14km à 16km.
Ano passado você participou das etapas do Rio de Janeiro e Brasília da Golden Four e conquistou a 4ª colocação em ambas as provas. Como foi ganhar a etapa Belo Horizonte este ano? Você esperava esse resultado?
No ano passado, eu estava começando a participar mais de provas de 21K não tinha a base e a maturidade que tenho hoje. No início deste ano, ainda fazendo base, o Heleno me disse que pelos treinos que eu estava fazendo eu iria ter bons resultados este ano, que eu precisava e preciso é ganhar mais confiança e acreditar em meu potencial. Somente assim poderei ser uma corredora que terá chances de algum dia correr provas internacionais e quem sabe enfrentar as africanas. Isso me deu muita confiança para a prova aqui em Belo Horizonte. Quando começou a prova, me senti bem e a cada km que passava eu conseguia crescer e terminei a prova em primeiro lugar e com meu melhor tempo que foi 01:16:14.
Você abriu vantagem de mais de 1 minuto em relação à segunda corredora. Em que momento da corrida você percebeu que a vitória estava garantida?
Consegui abrir uma vantagem de 1 minuto, mas até o km 14 estávamos juntas. Daí pra frente fui desenvolvendo a cada km. Lembrei muito dos meus treinos em que sempre fazemos os últimos 2km mais fortes. Isso com certeza me ajudou muito para essa prova, mas em nenhum momento achei que a prova estava ganha. Uma coisa que aprendi é que a prova só termina após você cruzar a linha de chegada.
Você fez alguma preparação específica para esta prova?
Na realidade, não faço preparação específica para meia maratona. O Heleno me falou que com a base boa que eu estava teria chance de correr num pace médio de 3’35” à 3’40” /km. Foi o que aconteceu, consegui sustentar 3’35” por km. Meu foco maior é melhorar meu nível técnico nos 5000m e 10000m. As provas de rua me ajudam a dar mais visibilidade e complementam meu orçamento mensal com as premiações que ganho.
Você tem sido tratada como a revelação do atletismo de mineiro? Como encara isso?
Hoje estou como uma das melhores atletas de fundo de Minas Gerais, e pela minha idade, 19 anos sou considerada revelação e promessa, mas a cada dia vejo que o futuro depende do presente e se eu quero estar em 2016 nas Olimpíada do Rio de Janeiro, terei de largar de ser promessa e virar realidade. Terei de treinar muito, dedicar 100% da minha vida ao atletismo e mesmo assim posso não alcançar meu sonho, mas sairei de consciência limpa de que fiz tudo que pude. Hoje tenho patrocínio do SESI/MG, da Asics, e tenho a HF Treinamento Esportivo, na qual meu treinador o Heleno Fortes é diretor e me orienta. Acho que tenho hoje total apoio, só lamento não ter uma boa pista de atletismo para treinar. Espero que a pista da UFMG fique pronta o mais rápido possível.
Como você vê o futuro, pretende viver profissionalmente do atletismo?
Sim, hoje o atletismo é minha vida. Vim de uma família pobre e humilde lá de São Luiz do Maranhão. Hoje tudo que tenho é graças ao atletismo. Pretendo terminar meus estudos e depois cursar Educação Física.
Lesões fazem parte de atletas de grande performance, você já teve lesões? Quais? E como fez para se recuperar?
Há dois anos tive canelite, era uma dor insuportável, que muitas vezes me impedia de treinar. Fazia fisioterapia todos os dias com o Cristiano Salgado, nosso fisioterapeuta. Fora isso, só tive dores musculares decorrente dos treinos fortes e competições.
Qual será sua próxima competição?
Venco a Meia Maratona Internacional de Belo Horizonte, no último dia 03, e meu foco é o Troféu Brasil de Atletismo que será em disputado em São Paulo, no final deste mês. No Troféu Brasil, irei disputar as provas de 5000m e 10000m. Acho que agora estou preparada para encarar as grandes corredoras, desenvolver e adquirir mais experiência.
Deixe sua dica para um bom desempenho nas provas?
Dar continuidade sempre no treinamento, você não melhora ou se torna um grande atleta de um dia para outro. Não desistir nunca, mesmo quando tudo parece estar acabado. Antes ficava triste e chateada quando não ia bem nas provas. Hoje, no dia seguinte, já saio para treinar com mais força. Vi que a derrota faz parte da vida de qualquer atleta. Com certeza isso foi um grande diferencial para mim este ano.
Fonte: http://www.runningnews.com.br/2012/06/noticias/adriana-luz-a-revelacao-mineira/#.T-Tc9JGuX08

 

quarta-feira, 20 de junho de 2012

sexta-feira, 8 de junho de 2012

quinta-feira, 7 de junho de 2012

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Mulheres querem dominar Circuito CAIXA em Goiânia


De Goiás ao Quênia, primeira etapa da importante competição de corrida de rua, neste domingo (15/5), terá uma forte presença feminina

São Paulo - O Parque Areião será das mulheres na estreia do Circuito de Corridas CAIXA 2011, em Goiânia, neste domingo (15/5). Das experientes goianas do grupo Mulheres que Malham à fundista queniana Nelly Jepkurui, que chega à cidade com duas vitórias nesta temporada, a prova feminina terá atletas importantes na briga pelo pódio ou mesmo pela superação pessoal. Campeã brasileira de 2010, Edielza Guimarães promete acirrar a disputa da elite na briga pelo pódio. A prova terá largada às 8h15.

O pelotão feminino que estará na estreia do Circuito CAIXA 2011 ganha destaque numa prova dominada pelos homens desde 2008, quando Goiânia passou a integrar a competição. Exemplo do aumento de interesse feminino pela corrida é a presença das atletas do grupo Mulheres que Malham. Criado há cinco anos para dar às corredoras treinamento e atendimento personalizado, o grupo já tem 20 integrantes confirmadas na disputa deste domingo.

"Todo o treinamento e orientação é pensado para as mulheres, levando em conta fatores específicos como a TPM, por exemplo", explica Viviane Miranda da Silva, criadora do grupo, que também oferece fisioterapia e acupuntura às corredoras. Educadora física, Viviane aponta que as goianas estão descobrindo os bons efeitos da corrida, como a diminuição do estresse da TPM. "Elas não são atletas, são donas de casa, comerciantes, empresárias, mães, mulheres que buscam maior qualidade de vida e estão conseguindo isso com as corridas."

Viviane, que já jogou vôlei, sempre usou a corrida para treinar e hoje compete nas provas de rua como amadora. "O foco é sempre a superação pessoal, mesmo. Neste ano, vou disputar o Circuito CAIXA com as meninas. É uma prova não tão difícil, com ótima organização, água em todo o percurso e até o horário ajuda", diz a atleta.

"Não sei onde estava com a cabeça quando me juntei ao grupo, nunca achei que iria dar conta de correr", conta Teresa Santos, há dois anos integrante do Mulheres que Malham. Atraída pela corrida para se livrar do estresse do trabalho, hoje Teresa divide seu tempo entre os treinos, de três a quatro vezes por semana, o laboratório de fotografia da família e os dois filhos. Também disputa provas em Goiânia para melhorar seus tempos, encontrar as amigas e se divertir.

"A corrida é um prazer. E a do Circuito CAIXA é realizada perto de onde treino. Me sinto em casa", diz Teresa. "Na prova de 2009, estava logo atrás do Íris Rezende, que era o prefeito de Goiânia. Perto do final, ouvi o instrutor dizer a ele para manter o ritmo e me animei a ultrapassá-lo. Acabei chegando na frente dele. Quero ver qual vai ser o desafio deste ano!"

Na disputa da elite feminina, em Goiânia, a briga é pelo topo do pódio. Edielza Alves dos Santos Guimarães, líder do ranking brasileiro de corredoras de rua em 2010, enfrentará a queniana Nelly Jepkurui, que já venceu na Meia Maratona Volta da Ilha de Vitória, em 2010. Nelly terminou a prova em segundo lugar, mas iniciou 2011 com duas vitórias, na Corrida de Aleluia e na etapa de Marília do Circuito da Longevidade, ambas em abril. Conceição de Maria Carvalho Oliveira, líder do ranking neste início de temporada, também estará na prova deste domingo.

Mais importante competição de corridas de rua do País, o Circuito CAIXA conta com a chancela da CBAt. Distribuídas por nove Estados, suas 11 etapas somam pontos para o ranking brasileiro de corredores de rua. Os dez primeiros colocados no ranking, no masculino e no feminino, garantem o patrocínio da CAIXA para 2012.

O Circuito CAIXA é uma realização da HT Sports, com patrocínio da CAIXA Econômica Federal e co-patrocínio da Centauro, além do apoio da Marathon, isotônico oficial, e da Polenghi. Em Goiânia, tem ainda o apoio da Jovem Pan Goiânia, Unimed Goiânia e Prefeitura Municipal de Goiânia, além da supervisão técnica da CBAt e da Federação de Atletismo de Goiás.

Mais informações em www.circuitocaixa.com.br / http://twitter.com/circuitocaixa

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LOCAL DA COMUNICAÇÃO
Fotos: Luiz Doro/ adorofoto
Fonte:http://runnersp.com.br

domingo, 29 de maio de 2011

MÃE MARIA

Mãe Maria Rogai por nós, e nós ensinais á amar cada vez mais, imdepentente das nossas situações. AMÉM.

Correr faz muito bem às mulheres

O movimento de corredores pelos parques e ruas de todo o País é visivelmente crescente. As mulheres, em especial, têm ajudado a aumentar esse contingente.

O perfil das corredoras é bastante amplo. “Reúne todas as faixas etárias e classes sociais”, atesta Carlos Sampaio, sócio da Spiridon, uma das principais empresas organizadoras de corridas de rua do Brasil, como a Corrida da Mulher, no Rio de Janeiro. Aliás, além dessa prova feminina, outras tantas do gênero vêm sendo realizadas, como o Circuito Vênus, em São Paulo, e o Circuito Mulher, em Goiânia.

Para sentir o aumento da participação feminina nas corridas, basta conferir números do evento Maratona do Rio de Janeiro – que além da maratona (42 quilômetros) inclui a meia maratona (21 quilômetros) e a Family Run (6 quilômetros).

“Em 2010, dos inscritos na maratona, 14% eram mulheres; na meia maratona tivemos 31% e na Family Run 53%, contra 9%, 29% e 39%, respectivamente, em 2009. São números bem interessantes”,

Foto: Thinkstock/Getty Images

Fonte:http://delas.ig.com.br/saudedamulher/correr+faz+muito+bem+as+mulheres/n1596812704444.html

sexta-feira, 27 de maio de 2011

KANGOO JUMP

FIZ UMA AULA , APAIXONEI E QUERO ADIQUIRIR UM PARA OS MEUS TREINOS.
PARA TER MAIS INFORMAÇÕES VISITE O SITE www.kangoojumps.com.br




terça-feira, 17 de maio de 2011

CORRIDA ENCONTRO DELAS



VENHA PARTICIPAR DO 3º ENCONTRO DELAS, 6 KM BELVEDERE.

sábado, 14 de maio de 2011

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Sorriso no Pódio



Sorriso no Pódio



Neste domingo, 1º de maio, aconteceu, na Lagoa da Pampulha, a primeira etapa do Circuito Athenas. A prova de corrida de rua contou com cerca de 3 mil atletas de todas as partes do país e teve a presença de duas figuras bastante conhecidas nos corredores do Felício Rocho, a Idalina coordenadora da Hospitalidade e a Juraci supervisora de andar, também da Hospitalidade. Além do carisma das duas corredoras, os participantes do evento puderam presenciar no pódio o sorriso inconfundível da nossa atleta Juraci. Ela alcançou o 2º lugar na prova de 5 km, completando o percurso em 21 min 05 seg.

A Diretoria aplaude as participantes!